Uma pesquisa realizada pela Pluxee em parceria com o instituto Ipsos indica que 63% dos profissionais brasileiros veem o emprego principalmente como fonte de renda, percentual superior à média de 51% registrada em outros mercados emergentes. No cenário global, 53% dos entrevistados apontaram o salário como principal motivo para trabalhar.
Apesar da pressão financeira, o estudo revelou otimismo no país: 85% dos brasileiros afirmam ter confiança no futuro e 77% dizem manter bom humor no dia a dia. A lealdade às empresas, porém, é limitada. Embora 88% declarem gostar das organizações onde atuam, 29% permaneceriam nelas apenas enquanto julgarem conveniente.
O levantamento também mostra mudança de foco entre os profissionais. Para 57% dos brasileiros, a vida pessoal tem prioridade sobre o trabalho, enquanto apenas 12% enxergam o emprego como centro de suas existências. Entre as exigências às companhias, 60% cobram condições de trabalho justas e 37% querem ações ambientais concretas antes de avanços em agendas de ESG.
No panorama internacional, 83% dos participantes dizem gostar de seus empregadores e 71% consideram o trabalho relevante, mas não definidor de identidade. Questionados sobre desempenho, 46% relatam entregar esforço máximo, enquanto 34% adotam postura equilibrada, dividindo atenção entre tarefas profissionais e interesses pessoais.
O estudo ouviu mais de mil trabalhadores no Brasil e também coletou dados na Bélgica, França, Reino Unido, Índia, México, Romênia, Espanha, Turquia e Estados Unidos.
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Com informações de O Globo



