Brasília – Dados oficiais divulgados pelo Palácio do Planalto indicam que, desde janeiro de 2023, aproximadamente 26,5 milhões de brasileiros deixaram de enfrentar insegurança alimentar grave. Com o avanço, o país foi excluído, pela segunda vez, do Mapa da Fome elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Segundo o governo, a saída do Brasil da lista internacional reflete a retomada de programas de transferência de renda, a ampliação de políticas de apoio à agricultura familiar e a redução do desemprego. A atualização da FAO também leva em conta indicadores como renda média, acesso a alimentos e níveis de nutrição da população.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome atribui o resultado ao reforço do Programa Bolsa Família e à adoção de iniciativas voltadas ao barateamento da cesta básica. Entre as ações citadas estão o reajuste dos valores pagos por beneficiário e a criação de incentivos para produtores rurais de pequena escala.
Em nota, a pasta destacou que o cumprimento das metas de redução da fome é fundamental para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 2, que prevê fome zero e agricultura sustentável até 2030.
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Os dados ressaltam a importância das políticas públicas de segurança alimentar e mantêm o tema no centro das discussões sobre desenvolvimento social no país.
Com informações de Público


