O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) classificou o verão 2024/2025 como o sexto mais quente no Brasil desde 1961, reforçando a tendência de aumento das temperaturas observada ao longo das últimas décadas.
Calor prolongado atinge diferentes regiões
De acordo com o levantamento do INMET, diversas áreas do país registraram anomalias térmicas expressivas, com ondas de calor mais duradouras que afetaram diretamente o conforto em ambientes externos. O órgão ressalta que o fenômeno não é isolado; a combinação de sistemas meteorológicos regionais e a presença do El Niño contribuiu para intensificar a radiação solar e manter massas de ar quente sobre o território nacional.
Ambientes externos exigem adaptação
Com a alta persistente das temperaturas, cresce a preocupação de moradores e empresários em relação à permanência em áreas descobertas, sobretudo nos horários de maior incidência solar. O relatório do INMET indica que, sem adequações, varandas, jardins, garagens e espaços de convivência tendem a ficar impróprios para uso por períodos prolongados.
Sombreamento ganha espaço
Nesse cenário, materiais destinados a reduzir a incidência direta da luz estão cada vez mais presentes em projetos residenciais e comerciais. O consultor técnico da Polideia, Eduardo Alves, afirma que telas de sombreamento têm sido a alternativa mais buscada por quem precisa de proteção solar aliada à ventilação.
“Nas últimas temporadas, percebemos maior atenção às condições de permanência em áreas abertas. A proteção solar tornou-se elemento essencial, principalmente em regiões onde o calor se estende por todo o dia”, comenta o especialista.
Segundo Alves, o uso de telas e tecidos específicos também ajuda a preservar superfícies expostas, diminuindo o desgaste causado pelo acúmulo de calor em móveis, pisos e estruturas metálicas. Em cafés e restaurantes que apostam no atendimento ao ar livre, esses materiais criam ambientes mais agradáveis para os clientes durante picos de luminosidade.

Imagem: terra.com.br
Tendência deve continuar
Os indicadores analisados pelo INMET apontam para a continuidade de episódios de calor intenso nos próximos ciclos sazonais. Diante desse quadro, especialistas preveem que a adaptação de ambientes externos seguirá como prioridade em projetos residenciais e comerciais, tanto para garantir conforto térmico quanto para prolongar a vida útil de estruturas expostas ao sol.
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Resumo: O verão 2024/2025 foi o sexto mais quente desde 1961, segundo o INMET. O calor prolongado levou à adoção crescente de telas de sombreamento em residências e estabelecimentos comerciais, tendência que deve se manter nos próximos anos. Aproveite para explorar mais conteúdos e encontrar alternativas econômicas para enfrentar as altas temperaturas.
Com informações de Terra


