Fold apresenta cartão de crédito Visa com cashback em bitcoin e ações oscilam na Nasdaq

A Fold anunciou nesta terça-feira (data do anúncio) o lançamento de um cartão de crédito Visa que devolve frações de bitcoin em todas as compras. O produto será emitido pela Stripe Issuing e promete até 3,5% de reembolso.

Como funcionam as recompensas

Segundo a companhia listada na Nasdaq sob o código FLD, os usuários receberão 2% de cashback em BTC de forma ilimitada e imediata. Clientes que quitarem a fatura a partir de uma conta-corrente Fold com movimentação qualificada ganham mais 1,5%, totalizando 3,5%. Além disso, marcas parceiras oferecerão promoções de até 10% de devolução.

Entre os parceiros já integrados estão Amazon, Starbucks e Airbnb, que fazem parte do ecossistema de recompensas da Fold. “Não há categorias para gerenciar nem necessidade de manter saldos em exchanges: é bitcoin real, creditado automaticamente a cada compra”, afirmou Will Reeves, presidente e CEO.

Resultados e expansão

A fintech, fundada em 2014 e originalmente focada em vales-presentes em BTC, migrou para recompensas em criptomoedas em 2019. Desde então, processou US$ 3,1 bilhões em transações e distribuiu US$ 83 milhões em bitcoins a mais de 500 mil usuários ativos, de acordo com dados internos divulgados ao mercado.

Parcerias de peso em pagamentos digitais

A Stripe, responsável pela emissão do cartão, vem reforçando sua presença em cripto com projetos como a Tempo, blockchain voltada a pagamentos, e acordos que permitem a comerciantes da Shopify aceitarem USDC via Coinbase. Já a Visa reporta volume anualizado de cerca de US$ 1 bilhão em liquidações com stablecoins e mantém mais de 100 alianças globais no setor, incluindo Coinbase, Crypto.com e Circle.

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Imagem: Abdulaziz Fathi via financefeeds.com

Reação do mercado

O anúncio impulsionou as ações da Fold em mais de 23% no pré-mercado, mas os papéis recuaram aproximadamente 10% no meio da tarde, cotados a US$ 3,46. A empresa estreou na bolsa em julho de 2023, por listagem direta a US$ 8, e sofre com a volatilidade que afeta o segmento de fintechs nos Estados Unidos.

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Com informações de FinanceFeeds

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